A tokenização imobiliária ganha tração em 2026, permitindo dividir imóveis em frações digitais negociadas via blockchain. Isso democratiza investimentos, atrai capital estrangeiro e agiliza transações, mas ainda depende de integração com o registro oficial de imóveis para segurança jurídica.
Corretores veem oportunidade: imóveis tokenizados podem atrair investidores que buscam liquidez maior que fundos tradicionais, sem comprar o todo. Frações menores facilitam entrada de classe média em ativos premium, e a tecnologia reduz burocracia em vendas parciais.
Como funciona na prática hoje Projetos-piloto tokenizam cotas de fundos ou imóveis específicos, com lastro real e registro no blockchain. Em 2026, espera-se mais aderência ao sistema registral brasileiro para evitar riscos. Corretores atuam como consultores, conectando proprietários a plataformas seguras.
Passos para corretores se prepararem
- Estude o básico: entenda blockchain, smart contracts e plataformas como as que operam com ONR (Operador Nacional do Registro).
- Foque em nichos: imóveis comerciais ou de rendimento (aluguel) são ideais para tokenização inicial.
- Parcerias estratégicas: conecte-se a advogados especializados e plataformas reguladas para oferecer assessoria completa.
- Eduque clientes: explique vantagens (liquidez, diversificação) e cuidados (volatilidade, regulação).
Conclusão Tokenização não substitui a corretagem tradicional, mas adiciona uma camada de inovação. Corretores que se posicionam cedo captam investidores digitais e diferenciam serviços em um mercado competitivo. Acompanhe debates no Cofeci e CVM para ficar atualizado.



